Você conhece os riscos da automedicação?

Por Equipe todosBem | 26 de December de 2017

Quem nunca tomou um remédio indicado por uma amiga em um momento de cólica ou dor nas costas? Qual família não tem uma caixinha com medicamentos variados para amenizar dores diversas? As respostas à essas perguntas são óbvias, uma vez que o Brasil é o país com maior número de automedicação.

Toda vez que tomamos um remédio sem avaliação prévia de um profissional de saúde, praticamos a automedicação. As principais causas dessa prática nociva são a precariedade do sistema de saúde, venda livre e ampla variedade de medicamentos, falta de fiscalização, além do livre acesso às informações sobre doenças via internet.

Agora você conhece quais são os riscos dessa prática? Descubra agora!

Dificulta o diagnóstico correto

O uso de remédios pode mascarar sintomas, dificultando e atrasando o diagnóstico e agravando o problema.

Gera intoxicação

Analgésico, anti-térmicos e anti-inflamatórios são os principais responsáveis de intoxicação, podendo ocasionar reações alérgicas e, em quadros mais graves, levar ao óbito do paciente.

Vale lembrar que o uso de remédios é o motivo principal de intoxicação em seres humanos no nosso país – as crianças são as maiores vítimas.

Anula o efeito de outros remédios

Ao fazer uso de mais de um remédio em conjunto, sem a devida prescrição médica, corre-se o risco de anular ou potencializar o efeito um do outro, o que pode ser muito perigoso.

Torna bactérias resistentes

Mesmo proibido, muitas pessoas consomem antibióticos sem orientação de um médico. Ocorre que o uso abusivo desse tipo de medicamento ocasiona resistência dos microrganismos, comprometendo a eficácia do produto.

Os perigos dos corticoides

O uso de remédios que contém cortisona pode gerar infecções graves, diabetes, cataratas e insuficiência renal. Isso sem contar no inchaço produzido pela ingestão dessa substância.

Aumento de pressão

As aparentes inofensivas gotinhas utilizadas para desentupir o nariz agem contraindo os vasos e facilitando a respiração. Usados em demasia e em doses elevadas tende a elevar a pressão de vasos presentes em outras partes do corpo. Resultado: problemas de glaucoma, hipertensão e até derrames.

Dependência

A deliciosa sensação de alívio da dor, sentida após o uso de um medicamento pode tornar-se um vício, tornando o paciente dependente. Pior: o uso constante e indiscriminado tem a capacidade de impedir os efeitos do remédio no organismo, podendo levar ao aumento da dose.

Esse problema foi vivido pelo  grande astro da música pop, Michael Jackson que, infelizmente, morreu aos 50 anos de idade em virtude do consumo excessivo de remédios para tirar a dor.

Usar medicamentos indevidamente, mesmo os de venda livre, pode trazer muitas consequências ao organismo, incluindo a morte. Abrir mão de substâncias criadas para melhorar a qualidade de vida do ser humano, no entanto, é deixar de se beneficiar dos avanços da ciência.

Essa equação só pode ser resolvida de uma maneira: substituindo a automedicação pelo acompanhamento médico profissional, que saberá determinar o momento e a dosagem certa para uso de um medicamento que, dessa forma, se converterá em solução para suas dores físicas e não em um problema para seu corpo.

Sabemos como ajudar nesse processo. Quer saber como? Entre em contato conosco.

 

 

 

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